Congresso espanhol de sociologia da alimentação está com inscrições abertas para submissão de trabalhos

Congresso espanhol de sociologia da alimentação está com inscrições abertas para submissão de trabalhos

Até o dia 31.05 estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos no III Congresso Espanhol de Sociologia da Alimentação.

Desafios Científicos nos estudos sociais da alimentação: conflitos em relação à dieta saudável é o título do III Congresso Espanhol de Sociologia da Alimentação que acontecerá entre os dias 27 e 28 de setembro de 2018, na cidade espanhola Gijón. A conferência tem caráter internacional, com apresentações em espanhol, português e inglês, e destina-se a pessoas com diferentes formações acadêmicas, como Sociologia, Antropologia, Ciências da Saúde, Serviço Social, Economia, Direito, Ciência Política ou Marketing, com preocupações nos aspectos sociais dos alimentos. Ele também pretende ser um ponto de encontro internacional e interdisciplinar para pesquisadores e profissionais individuais ou que trabalham em projetos e grupos de pesquisa em torno do estudo de alimentos, bem como para estudantes que estão começando no campo.

O congresso é organizado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Oviedo, pelo Departamento de Sociologia e Serviço Social da Universidade de Valladolid, pelo Comitê de Pesquisa de Sociologia da Alimentação da Federação Espanhola de Sociologia e pelo Grupo de Pesquisa em Sociologia da comida da Universidade de Oviedo.

Acesse o link do site para mais informações.

 

Na sessão + água no feijão compartilhamos notícias, conteúdos, eventos e outras matérias produzidas por entidades, organizações e/ou pessoas pertinentes às temáticas trabalhadas no OBHA.
Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC): Biodiversidade alimentar e suas representações no Brasil.

Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC): Biodiversidade alimentar e suas representações no Brasil.

Emergente no Brasil, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) é um conceito associado às discussões acerca de alternativas alimentares para o mundo. Em 2017, este conceito completou 10 anos e, desde 2014, saiu das fronteiras da universidade e vem ganhando visibilidade entre segmentos da sociedade civil, especialmente em grandes capitais. Considerando a ampla repercussão desse termo na sociedade brasileira, bem como sua associação com as temáticas de agrobiodiversidade, gastronomia e alimentação saudável e sustentável – temas transversais para refletir e compreender os hábitos alimentares brasileiros -, trazemos essa pauta para a quinta temática da sessão Fome de Saber do observatório.

As contribuições de Kinupp na literatura acadêmica, especialmente na área da botânica, corroboram com estudos que dentro da temática de agrobiodiversidade apresentam a capacidade de recursos alimentares no planeta, bem como, alertam para a preocupante e contínua redução da utilização desses recursos pela humanidade. Além das PANC, existem outros conceitos, aparentemente semelhantes que convergem na problematização do fenômeno de erosão da agrobiodiversidade e o desconhecimento acerca dos recursos alimentares no mundo, ambos processos decorrentes dos processos de modernização da agricultura e urbanização dos aglomerados humanos.

Hortaliças tradicionais; Plantas ruderaisEdible weeds; Quelites; Wild food plants; Malezas comestibles ou Neglected and Underutilized Species. Todos esses conceitos dizem a mesma coisa? É possível apresentá-los como sinônimos ao conceito PANC discutido no Brasil? Tendo em vista esse panorama de estudos, pesquisas e implicações políticas ligadas à alimentação e nutrição que percebe-se a importância de oportunizar um espaço de diálogo onde esses diferentes conceitos sejam trazidos à luz da reflexão coletiva e, dessa forma, contribuam na articulação e difusão de conhecimentos que fortalecem as lutas sociais ligadas ao Direito Humano à Alimentação Adequada e Segurança Alimentar e Nutricional.

As PANC são nosso ponto de partida para desbravar as contribuições conceituais em torno da discussão de alternativas alimentares para o mundo. Quais as potencialidades trazidas com esse conceito no Brasil? Como vem se consolidando as narrativas populares e acadêmicas em torno deste tema? Quais as discussões e abordagens que se relacionam e/ou ancoram as ações e reflexões teóricas quando falamos em alimentos alternativos e sustentabilidade?

Buscaremos responder estas perguntas, bem como, criar outras a partir das contribuições de pessoas que compartilham aqui suas experiências, acadêmicas ou não, neste fértil campo de saberes que circunscreve as Plantas Alimentícias Não Convencionais.

Acompanhe as publicações e desbrave as possibilidades alimentares disponíveis na natureza!

Bruna de Oliveira é nutricionista, bolsista de pesquisa no Programa de Alimentação, Nutrição e Cultura – Palin da Fiocruz Brasília, mestranda em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural na Faculdade de Planaltina – Universidade de Brasília. Integrante do GT de Agricultura Urbana em Brasília/DF. Dona do site Crioula, trabalha com Plantas Alimentícias Não Convencionais – PANC.

OBHA é um dos campos para trabalho voluntário na Fiocruz Brasília

OBHA é um dos campos para trabalho voluntário na Fiocruz Brasília

Observatório Brasileiro de Hábitos Alimentares – OBHA será um dos projetos a receber candidaturas para trabalho voluntário na Fiocruz Brasília. A chamada pública fica aberta até o dia 16 de março e conta com vagas destinadas a candidatas e candidatos do programa de ação afirmativa étnico-racial.

No último dia 22 de fevereiro, foi lançado pela Fiocruz Brasília a chamada pública para trabalho voluntário para os programas de pesquisa da instituição por meio da Coordenação de Programas e Projetos – CPP. Ao todo, serão ofertadas 36 vagas, destas, 30 estão destinadas as linhas de pesquisa e demais ações do Programa de Alimentação, Nutrição e Cultura – Palin cujo OBHA é vinculado.

Elaboração, revisão e postagem de textos; pesquisa e análise de conteúdos; gerenciamento de mídias sociais e gerenciamento de website são as atribuições a serem desempenhadas por 2 estudantes de graduação que forem selecionados/as das áreas Ciências da Saúde e Ciências Sociais Aplicadas (jornalismo, direito e/ou serviço social são cursos que integram a grande área de Ciências Sociais Aplicadas, para saber qual grande área seu curso faz parte entre aqui).

No Palin, além das vagas destinadas ao OBHA, também há vagas de trabalho voluntário na Revista de Alimentação e Cultura das Américas (RACA) e nas linhas de pesquisa que atuam nos temas de Biografias Alimentares, Migração e Comensalidade e Patrimônios Alimentares em comunidades quilombolas.

Para saber mais acesse o edital.

Na sessão + água no feijão compartilhamos notícias, conteúdos, eventos e outras matérias produzidas por entidades, organizações e/ou pessoas pertinentes às temáticas trabalhadas no OBHA.

Pobres têm hábitos alimentares?

Pobres têm hábitos alimentares?

O projeto Alimentos para Todos, elaborado pela prefeitura de São Paulo, a partir da sanção da Lei 16.704/2017 intitulada Política Municipal de Erradicação da Fome e de Promoção da Função Social dos Alimentos tem dado o que falar. Pesquisadoras/es, professoras/es, nutricionistas e pessoas implicadas nas temáticas de alimentação, nutrição e direitos humanos tem se manifestado sobre o assunto afirmando o retrocesso que essa iniciativa representa nas lutas de combate à fome e desenvolvimento social.

Em Milão, na Itália, o prefeito defende o projeto e menciona que as pessoas contrárias a essa ação se colocam como tal por falta de conhecimento. Também, como lembrado pela vereadora paulistana Sâmia Bonfim há um episódio do programa Aprendiz com João Dória em que ele questiona um dos participantes do reality show se pobre tem hábitos alimentares. O prefeito tenta minimizar a repercussão do vídeo dizendo que é uma fala tirada de seu contexto.

Veja aqui o momento exato do episódio:

 

Eu fui atrás do programa na íntegra, você pode vê-lo aqui. Após assistir o episódio é possível perceber que, não somente o contexto de sua fala é o mesmo: trabalhar com pessoas em situação de rua e/ou em condições vulneráveis socioeconômicas; como sua ação em relação a essa situação não se modificou. Tanto os questionamentos se pessoas pobres possuem hábitos alimentares, quanto a defesa de um programa como o Alimentos para Todos revelam o distanciamento do João e seus apoiadores do que significa hábitos alimentares e todas as conquistas alcançadas pelos movimentos sociais ligados às questões do direito humano à alimentação adequada.

Se o Dória estivesse perguntando para mim: “Bruna, você acha que pobres têm hábitos alimentares?”, prontamente eu responderia: “SIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!”.

Primeiro, porque não podemos confundir hábitos com situação que ocorre com frequência ou rotina. Eu sei, parece que estamos falando da mesma coisa, mas não estamos. Genericamente, existe essa compreensão de que um hábito é uma coisa que acontece na nossa rotina e é uma coisa que acontece com frequência. Logo, se eu sou pobre, moro na rua e não tenho acesso a alimentos eu não tenho hábitos alimentares. Isso é um raciocínio lógico, porém incoerente e insuficiente para pensar as questões de justiça social e políticas públicas.

Pensar em hábitos vai para além de pensar frequência. Pierre Bourdieu foi um sociólogo francês que estudou a fundo sobre o conceito de habitus (sim, é com u mesmo). O que é e/ou como se forma um hábito? Para o autor, habitus é o que vincula uma pessoa ao espaço social que ela integra. Habitus é um elo entre uma estrutura estruturada e uma estrutura estruturante. Eu não vou aqui entrar em explicações muito profundas sobre isso porque não sou socióloga, sou uma nutricionista interessada em olhar para a sociedade com lentes que apoiem minhas compreensões. Se escrevo sobre essas aprendizagens e formas pessoais de entender a vida e situações como essa da ração humana é porque acredito que podemos conversar e entender as relações sociais de uma forma fraterna e leve, uma conversa.

Assim, para entender o conceito de habitus precisamos nos aproximar de mais dois conceitos: estrutura estruturada e estrutura estruturante. Bourdieu apresenta como estrutura estruturada as convenções, crenças, regras, dogmas e todo um sistema de comportamento que moldam a sociedade desde antes do nosso nascimento. Nós já nascemos em relações sociais pré estabelecidas. Escolas, faculdades, quartéis, igrejas, organizações sociais, empresas, academias… tudo isso pode ser considerado como estruturas estruturadas.

Uma estrutura estruturante seríamos nós enquanto integrantes destas estruturas sociais que para nos sentirmos pertencente a um lugar reproduzimos, fortalecemos e dessa modo que seguimos consolidando essas estruturas. Dessa forma, quando a gente fala de hábitos alimentares estamos falando das práticas que integram a alimentação de grupamentos humanos. Estamos falando de fluxos que vão da produção ao desperdício, da terra ao prato e, posteriormente, ao lixo. Refletir sobre hábitos alimentares a luz desse autor nos permite ampliar nosso olhar para as estruturas sociais que dão base para construção desses hábitos alimentares.

Não existe pessoa dentro de uma sociedade que não possua hábitos alimentares, nós possuímos hábitos alimentares e estamos inseridos na sociedade de diversas formas. Podemos estar inseridos na média da população, podemos estar num lugar de privilégio, podemos estar inseridos à margem do que é socialmente aceito, do que é medianamente vivido. Todos e todas estamos inseridos/as dentro de sociedade que diferencia os hábitos alimentares conforme o lugar que ocupamos nela.

O conceito de Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) é muito importante ser trazido nessa conversa. O DHAA é um dos consensos internacionais registrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, entre eles está a alimentação como um direito fundamental para a manutenção da vida humana. Eles são universais, indivisíveis, interdependentes e interrelacionados.

Eu entendo que pobres ou pessoas que estão inseridas na sociedade de uma maneira marginalizada possuem hábitos alimentares, não possuem a garantia do DHAA (e outros também…), eles e elas não possuem o acesso aos alimentos. Isso não significa que uma pessoa em situação de rua não nasceu numa família e que essa família não traz em si uma bagagem cultural, um acúmulo vivencial que dá tom e forma para seus hábitos alimentares.

Dizer que pobres não têm hábitos alimentares é negligenciar o DHAA, é negligenciar que existe sim pessoas que não tem acesso ao um alimento em quantidade e qualidade suficiente, garantia prevista para que ela exerça o seu direito fundamental de vida. Falar de DHAA é falar do direito à vida e de ter dignidade para viver. Todos nós precisamos de alimentos que sejam suficientes para garantir a nossa vida. Pessoas pobres, pessoas com pouco acesso a dinheiro para comprar ou a terra para produzir são pessoas que tem o seu direito à alimentação violado, um direito – como eu já disse – fundamental.

Considerando mais um elemento “equivocado” do projeto que apresenta como “solução para a erradicação da fome” a profusão de um alimento ultraprocessado à população. Concordo com o emprego da expressão ração humana, não só pelo aspecto, mas pela própria natureza desse produto que é destituído de identidade, de acúmulos culturais e construções sociais populares. Todos e todas nós temos heranças socioculturais, todos e todas temos histórias alimentares. Esse projeto se coloca como um mecanismo que destitui de um ser humano parte do que o constitui simplesmente pelo seu não acesso a recursos materiais para comer, vestir e morar.

Essa iniciativa de alimentos para todos é infundada e fracassada desde sua gênese por não considerar as dimensões culturais e simbólicas que todo o ser humano tem. Não somente por isso, mas porque coloca em xeque o que que entendemos por alimentos: eu entendo por alimento uma cápsula? Um suplemento alimentar? Eu restrinjo o alimento a uma massa de nutrientes para dar conta da minha manutenção energética, manutenção fisiológica? Ou eu penso no alimento como base estruturante das nossas histórias, vivências e das nossas culturas sociais?

Respeitar o outro na sua singularidade é não aceitar a afirmação que pessoas pobres não têm hábitos alimentares, é não aceitar que em função de uma vulnerabilidade socioeconômica as pessoas precisam estar agradecidas ou aceitarem qualquer tipo de alimento. Pensar nisso é importantíssimo, pra vida, e especialmente gestores/as públicos/as que executam políticas públicas. É fundamental existir uma gestão pública que perceba as múltiplas dimensões que formam as esculturas sociais de um município, estado ou país. Como os governos se relacionam com as cidadãs e cidadãos dos territórios brasileiros?

Para não acabar esse texto nem pessimista, nem tão reflexiva vou dizer para vocês que São Paulo PULSA de atividades que contribuem para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada! Caberia a gestão municipal olhar para essas iniciativas e identificar como fortalecer os diferentes e numeroso projetos que trabalham com uma alimentação socialmente justa e ambientalmente saudável.

Pessoas de São Paulo são infinitamente mais qualificadas para indicar espaços para serem conhecidos, vou compartilhar alguns que conheço por amigos e que podem ser portas para todo mundo que quiser fortalecer as ações que já existem e contribuem para a segurança alimentar e nutricional da população paulistana. =)

Quebrada Sustentável: ponto de cultura socioambiental Educativo, trabalhando com Permacultura e Agroecologia, co-gerimos o Viveiro Escola União de Vila Nova, subprefeitura de São Miguel Paulista, extremo leste de São Paulo.

Cidades Comestíveis: projeto de cidade que visa estimular uma rede colaborativa de compartilhamento de recursos, conhecimentos e trabalho entre pessoas interessadas em cultivar hortas comunitárias e caseiras.

MUDA SP: movimento da sociedade civil, prefeitura de São Paulo e entidades sem fins lucrativos para incentivar a produção de alimentos sem agrotóxicos na metrópole; ocupar os espaços públicos e resgatar o contato com a natureza; difundir a alimentação saudável e sem desperdícios; devolvendo ao cidadão o direito de cultivar e preparar sua própria comida.

Referência base:

BOURDIEU, P. O Poder Simbólico. Lisboa, 1989. Disponível online.

Texto publicado no dia 21/10/2017 no site PorQueNão?

Bruna de Oliveira é nutricionista, bolsista de pesquisa no Programa de Alimentação, Nutrição e Cultura – Palin da Fiocruz Brasília, mestranda em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural na Faculdade de Planaltina – Universidade de Brasília. Integrante do GT de Agricultura Urbana em Brasília/DF. Trabalha com Plantas Alimentícias Não Convencionais no projeto ReFazenda.

Aprenda a comer brincando | Ação do OBHA em Restaurantes Comunitários no DF

Aprenda a comer brincando | Ação do OBHA em Restaurantes Comunitários no DF

Aprenda a comer brincando é a atividade que será realizada pelo OBHA em 4 Restaurantes Comunitários no Distrito Federal na programação do projeto Coma Bem, Viva Bem a partir de amanhã, dia 11 de outubro.

O projeto Coma Bem, Viva Bem é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – SEDESTMIDH e integra a Política de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal. Tem o objetivo de promover espaços de sensibilização acerca do direito humano à alimentação adequada.

Esta é a segunda edição do Coma Bem Viva Bem, e serão realizaremos  atividades de relacionadas à produção e ao consumo de alimentos saudáveis, educação alimentar e nutricional, buscando a integração e a transversalidade das políticas relacionadas ao tema junto à comunidade do DF.

Entre as atividades, acontecerá o “Desafio da Chef Bela Gil”, apresentadora do programa de tevê Bela Cozinha, transmitido pelo canal GNT. No dia 11, o restaurante da Estrutural terá que oferecer um prato criado pela chef com “feijão com arroz, abóbora ao forno, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta”. Tudo tem que ser muito saboroso, pois o público vai avaliar e ser o “jurado do sabor”.

A oficina “Aprenda a Comer Brincando”, objetiva oportunizar um espaço de reflexão com as/os participantes sobre nossas escolhas alimentares. Por meio de uma simulação de um buffet de restaurante, as crianças escolherão alimentos de brinquedo e após, em grupo, vão conversar sobre como e porque escolhemos o vai para os nossos partos no dia a dia da vida.

Conheça o site da campanha: http://www.comabemvivabem.com.br/

Programação: Coma Bem, Viva Bem

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DA ESTRUTURAL

Data: quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Oficina – Aprenda a comer brincando com a Fiocruz: self service educativo para crianças.

Oficina – Caminhos do alimento: distribuição de mudas de plantas comestíveis, demonstrações sobre plantio de sementes e orientações sobre adubação e cultivo.

Feira agroecológica: venda de produtos a preços sociais.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: ingestão de água.

Mala do Livro: cantinho de leitura.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DO GAMA

Data: quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: alimentos industrializados: sódio, gordura e açúcar.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE SOBRADINHO

Data: quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio de Chef: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: direito humano à alimentação saudável.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE SÃO SEBASTIÃO

Data: segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Oficina – Aprenda a comer brincando com a Fiocruz: self service educativo para crianças.

Oficina – Caminhos do alimento: distribuição de mudas de plantas comestíveis, demonstrações sobre plantio de sementes e orientações sobre adubação e cultivo.

Feira agroecológica: venda de produtos a preços sociais.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: orientação sobre o prato saudável.

Mala do Livro: cantinho de leitura.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO SOL NASCENTE

Data: segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta..

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: orientação nutricional para evitar hipertensão e diabetes (10h30)

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE CEILÂNDIA

Data: terça-feira, 17 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Oficina – Aprenda a comer brincando com a Fiocruz: self service educativo para crianças.

Oficina – Caminhos do alimento: distribuição de mudas de plantas comestíveis, demonstrações sobre plantio de sementes e orientações sobre adubação e cultivo.

Feira agroecológica: venda de produtos a preços sociais.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: alimentos industrializados, sódio gordura e açúcar.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DO RECANTO DAS EMAS

Data: terça-feira, 17 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: direito humano à alimentação saudável.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE RIACHO FUNDO II

Data: quinta-feira, 18 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Oficina – Aprenda a comer brincando com a Fiocruz: self service educativo para crianças.

Oficina – Caminhos do alimento: distribuição de mudas de plantas comestíveis, demonstrações sobre plantio de sementes e orientações sobre adubação e cultivo.

Feira agroecológica: venda de produtos a preços sociais.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: importância dos alimentos funcionais.

Mala do Livro: cantinho de leitura.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE SAMAMBAIA

Data: quinta-feira, 18 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: importância dos alimentos funcionais.

RESTAURANTE COMUNITÁRIO DE PLANALTINA

Data: quinta-feira, 18 de outubro de 2017

Horário: das 11h às 14h

Desafio da Chef Bela Gil: a equipe do restaurante apresentará cardápio especial sugerido pela chef de cozinha Bela Gil e o público se transformará em jurado do sabor. Prato do dia: feijão com arroz, puré de abóbora, farofa com castanha, almôndega, doce de banana e suco de fruta.

Dicas – Tratando o tema Educação Alimentar e Nutricional: alimentos industrializados, sódio gordura e açúcar.

Na sessão + água no feijão compartilhamos notícias, conteúdos, eventos e outras matérias produzidas por entidades, organizações e/ou pessoas pertinentes às temáticas trabalhadas no OBHA.